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	<title>Educação &#187; metodologia</title>
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	<description>Só mais um blog do Cultura Digital</description>
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		<title>O Programa Gesac</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 19:05:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Agustini</dc:creator>
				<category><![CDATA[gesac]]></category>
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		<description><![CDATA[A primeira proposta do Programa Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac) foi formulada em 2002, último ano do mandato de Fernando Henrique Cardoso na Presidência da República, e tinha como objetivo oferecer computadores conectados à Internet em áreas de grande circulação de pessoas como agências bancárias e shoppings centers. O projeto atendia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://educacao.culturadigital.br/files/2009/11/gesac2-150x150.jpg" alt="gesac" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-128" />A primeira proposta do <a href="http://www.idbrasil.gov.br/menu_interno/docs_prog_gesac/institucional/oqueegesac.html">Programa Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac)</a> foi formulada em 2002, último ano do mandato de Fernando Henrique Cardoso na Presidência da República, e tinha como objetivo oferecer computadores conectados à Internet em áreas de grande circulação de pessoas como agências bancárias e shoppings centers. O projeto atendia à Portaria 256/2002, que trata da universalização do acesso a Internet e de sua abrangência em todo o território nacional no atendimento ao cidadão.</p>
<p>Naquele primeiro momento, foram instalados cerca de 50 totens no estado de São Paulo, com a finalidade de efetuar testes. Antes desses totens estarem disponíveis à população, em maio de 2003, já no início do primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, o Ministério das Comunicações levou a proposta ao Comitê de Inclusão Digital (CID) do Governo Federal, que indicou a necessidade de remodelação do Programa. <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4701271D1">Ana Valéria Machado Mendonça</a>, em sua <a href="http://biblioteca.idbrasil.gov.br/publicacoes/teses-e-dissertacoes/a-integracao-de-redes-sociais-e-tecnologicas/at_download/file">tese de doutorado</a> (baixe o .pdf), de 2007, resume as<strong> alterações sugeridas</strong> à proposta:</p>
<p>a) <strong>Ampliar a visão</strong> anterior de que um programa de inclusão digital pudesse servir apenas para possibilitar a redução da máquina do Estado, ao se oferecerem serviços e-gov – diminuindo filas nas repartições públicas, por exemplo;</p>
<p>b) Modificar a concepção de oferecer uso limitado e direcionado da conexão. Pela nova proposta, o <strong>acesso à Internet</strong> deveria ser irrestrito – incluindo domínios.com etc.;</p>
<p>c) Passar a oferecer conexão em <strong>banda larga</strong>, via satélite, a fim de atender comunidades carentes de infra-estrutura de telecomunicações, especialmente localidades distantes e isoladas que, por via de mercado, não poderiam ter acesso a esse serviço;</p>
<p>d) Implantar uma concepção de uso e gestão comunitária dos equipamentos, possibilitando a <strong>apropriação coletiva da tecnologia</strong> e a conseqüente geração de desenvolvimento local – como apoio à produção econômica e cultural da comunidade, por exemplo, por meio do comércio eletrônico. Note-se o contraste com a antiga proposta de utilizar totens em locais públicos, promovendo apenas acesso individual;</p>
<p>e) Agregar à conectividade oferecida uma<strong> cesta de serviços on line de apoio ao usuário,</strong> a de auxiliar o processo de inclusão digital, oferecendo, por exemplo, correio eletrônico (e-mail), jornal mural (Teia), sistema de compartilhamento de informações (Rau-tu), hospedagem de sítios eletrônicos produzidos pelas comunidades (Pousada). Todos os serviços foram concebidos em software livre, em consonância com as diretrizes do governo;</p>
<p>f) Criar os <strong>portais</strong> <a href="http://www.idbrasil.gov.br/">IDBRASIL.GOV.BR </a>– canal de comunicação oficial do MC com as comunidades, disponibilizando os documentos oficiais do projeto e suas prestações de contas – e <a href="http://www.idbrasil.org.br/">IDBRASIL.ORG.BR</a>;</p>
<p>g) Utilizar o projeto como forma de promover um processo de progressiva apropriação pelas comunidades usuárias no uso das tecnologias de informação e comunicação (TICs), por meio de capacitações e <strong>oficinas</strong> de formação de multiplicadores;</p>
<p>h) Compreender que a comunidade usuária não é apenas consumidora de informação. Por meio de sua cesta de serviço e capacitações/oficinas, o GESAC oferece condições de essas comunidades passarem à condição de<strong> produtoras de informação</strong>, a exemplo do Teia, em que os usuários são os autores do jornal online, emitindo notícias de suas regiões e semeando debates com os demais participantes do Programa por todo o Brasil.</p>
<p>Ainda em 2003, uma<strong> nova proposta</strong> do Programa foi implantada pelo Ministério das Comunicações com a meta principal de conectividade de comunidades excluídas de acesso à Internet, nos chamados Pontos de Presença (PPs). Os critérios para a seleção das comunidades eram o baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e a falta de oferta de banda larga pelas redes privadas de telecomunicações. Até 2008, os PPS atingiam mais de 3.600 comunidades, entre escolas e órgãos públicos, civis e militares, sindicatos, aldeias indígenas, quilombolas, ONGs e outros projetos de inclusão digital do Governo Federal como Pontos de Cultura e Telecentros, sendo que as escolas públicas concentram mais de 60% deles.</p>
<p>A <strong>conexão</strong> nos Pontos de Presença Gesac – banda com velocidade de 256 Kbps por PP &#8211; é estabelecida por satélite, o que permite chegar a áreas sem qualquer infraestrutura tecnológica. Aproximadamente 25 mil computadores estão conectados graças ao serviço prestado pelo Programa, segundo dados institucionais. Além do acesso, o Programa oferece, desde 2004, espaços de formação onde pretende prover “um conjunto de facilidades adicionais para que as comunidades informacionais.</p>
<p>Os responsáveis pelos computadores, mobiliário e pelos recursos humanos disponíveis à população são os diversos parceiros governamentais e da sociedade<br />
civil, a depender do tipo de estratégia desses. As<strong> principais atividades</strong> oferecidas pelo GESAC são os cursos de 1) informática básica em software livre; 2) uso de equipamentos para acesso à Internet; 3) oficinas temáticas; e 4) construção de sites da comunidade. Além disso, são oferecidos serviços de e-mail, escritório,  laboratório virtual, hospedagem de páginas e telefonia de voz sobre IP (VoIP).</p>
<p>Cada Ponto de Presença também pode receber canais de TV e/ou rádio pela Internet. Além da equipe de gestão do Programa, havia outra de relacionamento com as<br />
comunidades e mais uma de implementadores sociais, com 27 pessoas trabalhando na construção de conhecimentos relativos às tecnologias de informação e comunicação nos Pontos de Presença.</p>
<p><strong>Os espaços de formação do GESAC</strong></p>
<p>De acordo com Renata Lourenço, implementadora social, o olhar dos espaços de formação do Programa sempre esteve voltado para o contexto local. &#8220;<strong>Visitas, oficinas, rodas de conversa</strong>. A forma era sempre pensada para cada lugar, demanda, situação. Eram momentos onde nos encontrávamos com as pessoas e elas expunham suas necessidades. Aí atuávamos de forma a sanar os problemas e dúvidas.&#8221; Tais espaços não eram entrevistados, as necessidades de cada comunidade ditavam o formato do encontro, o conteúdo do trabalho e o tempo dedicado a ele.</p>
<p>Banto, implementador do GESAC de 2005 a 2008, afirma que tal flexibilidade é essencial para não violentar as comunidades, e lança uma provocação: &#8220;O conhecimento é processual. Uma vez estava fazendo jornal em uma comunidade e fomos entrevistar o avô de uma das meninas. Fomos cantando<br />
músicas brincantes, tradicionais da região, conversamos no caminho, paramos pra tomar banho no rio – que faz parte da cultura local &#8211; entrevistamos o avô,<br />
procuramos sobre dreads no computador, porque elas ficaram curiosas sobre o meu cabelo&#8230; como definir o que faz parte da oficina?&#8221;</p>
<p>No final desse processo tínhamos áudio, jornalzinho.. mas o caminho faz parte da oficina? A maioria das pessoas que participavam dos encontros de formação eram jovens, mas algumas vezes crianças, adultos e idosos também se inscreviam e frequentavam os espaços de formação do GESAC. O público variava de 10, 20 a 40 pessoas. Algumas oficinas tinham diretrizes pré-estabelecidas, como a “Se joga na rede”, que apresentava recursos na Internet e maneiras de interação na rede, e a “Leitura Crítica da Mídia”. Mas o conteúdo de cada uma dependia do nível de familiaridade e das expectativas de seus participantes.</p>
<p>Segundo Renata Lourenço, os softwares mais utilizados eram: <a href="http://www.debian.org/index.pt.html">Debian</a>,<a href="http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Ubuntu&amp;highlight=ubuntu"> Ubuntu</a>, <a href="http://www.gdhpress.com.br/kurumin/">Kurumim</a>, <a href="http://br.mozdev.org/">Firefox</a>,<a href="http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=gimp&amp;highlight=gimp"> Gimp</a>, <a href="http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=inkscape&amp;highlight=inkscape">Inkscape</a>, <a href="http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=NVU&amp;highlight=nvu">Nvu</a>, <a href="http://www.videolan.org/vlc/">Vlc</a>,<a href="http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=scribus&amp;highlight=scribus"> Scribus</a>, <a href="http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Audacity&amp;highlight=audacity">Audacity</a>, <a href="http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=PD">Pd</a>, <a href="http://palcoprincipal.sapo.pt/noticias/Noticia/arduor_uma_nova_consola_de_edicao_audio/000277">Arduor</a>, <a href="http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Cinelerra">Cinelerra</a>,<a href="http://estudiolivre.org/kino"> Kino</a>. Mas nunca existiu um roteiro de softwares ou ferramentas essenciais para a formação nos Pontos de Presença. Banto justifica: &#8220;O software não importa muito. É preciso saber o quê fazer em cada lugar. É necessário entender cada situação, gerar problemas para as pessoas resolverem sozinhas ou em grupo, estimular a parte intelectual. Vou estar perto para provocar, o software não é tão importante.&#8221;</p>
<p>Conforme indica a metodologia de ensino cujo enfoque é a aprendizagem, o material didático será produzido processualmente pelo aluno. Assim, os oficineiros do Programa GESAC, em conformidade com os da Ação Cultura Digital, não adotavam uma perspectiva tecnicista, mas sim contextual e focada nas necessidades e particularidades da comunidade.</p>
<p><strong>Os mediadores do GESAC</strong></p>
<p>O trabalho é coordenado e co-planejado pela equipe de Apoio à Gestão do Programa GESAC, conhecida como Relacionamento com a Comunidade, sediada em Brasília. Esta equipe tem como função estreitar os laços entre os gestores/parceiros do Programa, atuando junto aos implementadores, administradores estaduais, regionais e locais do Ponto de Presença.</p>
<p>Atuavam como mediadores nos Pontos de Presença Gesac 22 implementadores sociais e quatro coordenadores (veja os<a href="http://www.idbrasil.gov.br/docs_prog_gesac/implementadores/document.2006-05-24.9564516984"> dados dos implementadores sociais do Gesac</a>). Banto sintetiza o papel destes mediadores: &#8220;É Exu. Leva e traz as coisas. Às vezes falta uma informação, ele explica três coisas e está feito o trabalho. Se o laboratório estava desmanchando, tinha que limpar e montar o laboratório. O implementador tem a função de ser animador. O que falta na comunidade? O que eu sei e posso oferecer? O que eu não sei e posso aprender junto?&#8221;</p>
<p>Para Lourenço, paciência, carinho, dedicação e técnica para utilizar as ferramentas são essenciais a um oficineiro. Didática e metodologia também são importantes para o trabalho.</p>
<p><strong>Material de apoio do Gesac</strong><br />
A base do trabalho do GESAC foi desenvolvida a partir de uma cesta de serviços em software livre – o <a href="http://www.idbrasil.gov.br/">IDBRASIL</a> (Inclusão Digital em Software Livre) que  complementa a conectividade via satélite instalada nos Pontos de Presença. No Portal<a href="http://biblioteca.idbrasil.gov.br/"> idbrasil.gov.br </a>estão reunidos, publicados e públicos, os materiais<br />
utilizados como referências nos espaços de formação do Gesac e os relatórios produzidos pelos implementadores sociais com o resultado de sua atuação nos Pontos de Presença.</p>
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		<title>Recomendações para a apropriação de tecnologias digitais: parte 1</title>
		<link>http://educacao.culturadigital.br/2009/11/02/recomendacoes-para-a-apropriacao-de-tecnologias-digitais-parte-1/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 03:59:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Agustini</dc:creator>
				<category><![CDATA[recomendações]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
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		<category><![CDATA[metodologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Para uma efetiva apropriação de tecnologias digitais é necessário investir em ações de formação. Na tentativa de replicar acertos e evitar erros cometidos em programas implementados anteriormente, listamos as recomendações para as ações de apropriação de tecnologias digitais, divididas em quatro categorias: 1) espaços, 2) softwares e ferramentas, 3)mediadores, e 4) materiais de referência. Abaixo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-47" src="http://educacao.culturadigital.br/files/2009/11/image_mini-150x150.png" alt="image_mini" width="150" height="150" />Para uma efetiva apropriação de tecnologias digitais é necessário investir em ações de formação. Na tentativa de replicar acertos e evitar erros cometidos em programas implementados anteriormente, listamos as recomendações para as ações de apropriação de tecnologias digitais, divididas em quatro categorias: 1) espaços, 2) softwares e ferramentas, 3)mediadores, e 4)  materiais de referência.</p>
<p>Abaixo, listamos as recomendações em relação aos espaços  das ações de inclusão digital:</p>
<ul>
<li>A formação no digital é mais bem sucedida quando acontece em espaços informais, nos quais as pessoas se sentem à vontade para conversar, como oficinas, encontros, espaços abertos.</li>
</ul>
<ul>
<li>As pessoas precisam estar à vontade para conversar.</li>
</ul>
<ul>
<li> A formação só deve acontecer se for demanda dos atores que a recebem. Provavelmente, não será efetiva se for moeda de troca para acesso livre a telecentros ou para receber qualquer outro benefício de quem a oferece.</li>
</ul>
<ul>
<li> Mediadores são essenciais nos processos de formação do digital</li>
</ul>
<ul>
<li> Em espaços que possibilitam e fomentam o diálogo entre as pessoas, todos têm a possibilidade de ser aprendizes e formadores. O conhecimento é compartilhado pelas pessoas que aprendem em parceria.</li>
</ul>
<ul>
<li>A natureza informal dos espaços precisa estar clara para os que dela participarem, sob o risco de frustrar as expectativas dos que se sentirem convidados a aulas/ cursos tradicionais.</li>
</ul>
<ul>
<li>Informalidade não é sinônimo de despreparo. Planejamento é essencial para o sucesso de uma oficina e a falta dele é certeza de fracasso.</li>
</ul>
<ul>
<li>Há diversas metodologias possíveis para realizar ações de formação. É essencial dedicar tempo para definir uma metodologia, escolher referenciais teóricos que embasem as práticas pedagógicas e sistematizar o método a ser seguido pelos mediadores.</li>
</ul>
<ul>
<li>Formações introdutórias, de sensibilização, de contato inicial com equipamentos, ferramentas e possibilidades da rede, são essenciais.</li>
</ul>
<ul>
<li>Formações aprofundadas são importantes para que usuários avançados potencializem suas ações.</li>
</ul>
<ul>
<li>Espaços de formação que trabalhem linguagens, como áudio e vídeo, por exemplo, têm mais resultados quando geram produtos. Em vez de lidar com equipamentos e softwares de maneira abstrata, o aprendizado é mais efetivo quando as ferramentas são utilizadas para cumprir o objetivo de gerar um produto, por menor que seja.</li>
</ul>
<ul>
<li>Por mais que cada espaço de formação precise gerar um produto, é necessário ter claro o objetivo formador. Os participantes do espaço devem operar as ferramentas e conduzir os processos, não o mediador.</li>
</ul>
<ul>
<li>É importante registrar os espaços de formação em diversas linguagens. Os registros serão importantes para avaliações, para motivar os que participaram dos encontros e para divulgação.</li>
</ul>
<ul>
<li>É necessário providenciar todos os equipamentos e ferramentas necessários à formação, com as especificidades necessárias às diferentes linguagens – banda larga, velocidade de máquina, monitor com qualidade de cor pra trabalhar com foto ou vídeo, webcam, dentre outros equipamentos.</li>
</ul>
<ul>
<li>Os espaços físicos para a formação precisam ser adequados. Além de conexão em banda larga, de equipamentos e ferramentas não se pode esquecer de que o lugar precisa de iluminação adequada, água potável, limpeza, sanitários etc.</li>
</ul>
<ul>
<li>É essencial que o espaço presencial se estenda a ambientes virtuais de aprendizagem, para dar suporte, tirar dúvidas, permitir atualização e interação.</li>
</ul>
<ul>
<li>Os ambientes virtuais precisam ser atraentes, intuitivos e dialogar com ferramentas já apropriadas pelas pessoas.</li>
</ul>
<ul>
<li>Avaliações são essenciais, seja ao final de cada espaço de formação ou, de forma mais ampla, nos programas de formação. Avaliações permitem corrigir problemas e incorporar boas soluções de maneira dinâmica.</li>
</ul>
<p><em>Imagem: Cristiano André dos Santos na oficina de MetaReciclagem do programa Gesac em Tiradentes, MG. Disponível em: </em><a href="http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/noticia/metareciclagem-promove-interacao-homem-maquina-em-tiradentes/">http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/noticia/metareciclagem-promove-interacao-homem-maquina-em-tiradentes/</a></p>
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