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	<title>Educação &#187; recomendações</title>
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	<description>Só mais um blog do Cultura Digital</description>
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		<title>Recomendações para a apropriação de tecnologias digitais: parte 4</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 15:51:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Agustini</dc:creator>
				<category><![CDATA[recomendações]]></category>
		<category><![CDATA[aprop]]></category>
		<category><![CDATA[apropriação]]></category>
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		<description><![CDATA[O material de referência das oficinas de inclusão digital também deve ser pensado. A partir do mapeamento dos programas do governo federal, a lista de recomendações abaixo foi elaborada: É essencial ter material de referência que aprofunde ou aponte caminhos para aprofundar o trabalhado nos espaços presenciais de formação. Os materiais de referências disponíveis na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://educacao.culturadigital.br/files/2009/11/aaroba-150x134.jpg" alt="aaroba" width="150" height="134" class="alignleft size-thumbnail wp-image-94" />O material de referência das oficinas de inclusão digital também deve ser pensado. A partir do mapeamento dos programas do governo federal, a lista de recomendações abaixo foi elaborada:</p>
<ul>
<li>É essencial ter material de referência que aprofunde ou<strong> aponte caminhos</strong> para aprofundar o trabalhado nos espaços presenciais de formação.</li>
</ul>
<ul>
<li> Os materiais de referências disponíveis na rede precisam estar apresentados de maneira sistematizada e <strong>acessível</strong>, com a possibilidade de serem impressos.</li>
</ul>
<ul>
<li> Por mais que não seja essencial, a distribuição de<strong> referências impressas </strong>é importante para pessoas sem acesso constante a referências online.</li>
</ul>
<ul>
<li>Os materiais devem poder ser formulados e<strong> adequados a realidades</strong> locais.</li>
</ul>
<p><em>&#8220;Tudo está disponível na Internet e o desenvolvimento da fluência digital consiste em ter critérios definidos para buscar as informações relevantes, selecioná-las, operar sobre elas e gerar novas informações que leve a novos e melhores resultados, ou produções artísticas e/ou científicas criativas. Assim também os educadores, os tutores precisam desenvolver as habilidades de buscar, selecionar os melhores livros, os pesquisadores/autores mais creditados&#8221;</em> Léa da Cruz Fagundes, em entrevista por e-mail.</p>
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		<title>Recomendações para apropriações das tecnologias digitais- parte 3</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 15:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Agustini</dc:creator>
				<category><![CDATA[recomendações]]></category>
		<category><![CDATA[mediador]]></category>
		<category><![CDATA[oficineiro]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias digitais]]></category>

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		<description><![CDATA[Reunimos neste post orientações sobre os mediadores das oficinas de inclusão digital, elaboradas a partir do mapeamento das ações de programas do governo federal. A ideia ao fazer isso é não repetir erros detectados em outros projetos e perpetuar os acertos. Veja as recomendações: A pessoa responsável por mediar o espaço de formação, seja oficineiro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-76" src="http://educacao.culturadigital.br/files/2009/11/oficina-150x150.png" alt="oficina" width="150" height="150" />Reunimos neste post orientações sobre os<strong> mediadores</strong> das oficinas de inclusão digital, elaboradas a partir do mapeamento das ações de programas do governo federal. A ideia ao fazer isso é não repetir erros detectados em outros projetos e perpetuar os acertos. Veja as recomendações:</p>
<ul>
<li>A pessoa responsável por mediar o espaço de formação, seja oficineiro, educador ou implementador, deve estar <strong>aberta para o diálogo</strong> com os que participam dos espaços de formação.</li>
</ul>
<ul>
<li>É preciso que o mediador tenha uma <strong>vida no digital</strong> e que se aproprie de ferramentas digitais em seu cotidiano.</li>
</ul>
<ul>
<li>Mais que ser profundo conhecedor de técnicas e ferramentas, o mediador necessita ter <strong>conhecimento das possibilidades das tecnologias</strong>, bem como saber apoiar os participantes do curso/oficina a encontrarem por si sós soluções para os problemas apresentados, estimulando a autonomia dos sujeitos.</li>
</ul>
<ul>
<li>É essencial que o mediador estimule todos os participantes a serem educadores e educandos e se coloque, ele mesmo, também como <strong>aprendiz</strong>.</li>
</ul>
<ul>
<li>O mediador precisa de <strong>formação continuada</strong>, tanto em técnicas didáticas e pedagógicas quanto em tecnologias digitais.</li>
</ul>
<ul>
<li>É importante que o mediador <strong>conheça de forma ampla o projeto </strong>em que estão inseridos os processos de formação em que trabalha, para que possa atuar conforme suas diretrizes e tenha condições de propor reformulações.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Condições de trabalho </strong>são essenciais para a boa atuação dos mediadores. Além de salário e ajuda de custo, quando for necessário deslocamento, todos os equipamentos utilizados no trabalho devem ser oferecido a eles, como notebooks, ferramentas, projetores, celulares etc.</li>
</ul>
<ul>
<li>A seleção e gestão da equipe de mediadores precisam ter <strong>critérios objetivos</strong> e ser feita de maneira rigorosa.</li>
</ul>
<p><em>&#8220;O professor ou tutor ideal é o professor/tutor que seja também um autêntico aprendiz, que aprenda quando ajude o outro a aprender. É aquele que pensa para ajudar o aprendiz a aprender a pensar. É o que se liberte das amarras do planejamento prévio, formal e definitivo e replaneje continuamente. É quem não copie “modelos de ensino”, mas permita que seus orientandos copiem e reprocessem o que copiam oferecendo as novas funcionalidade do produto aos autores copiados&#8221;,</em> <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4787265E2">Léa da Cruz Fagundes</a>, em entrevista por e-mail.</p>
<p>Imagem: http://www.arede.inf.br/inclusao/edicoes-anteriores/68-%20/606</p>
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		<title>Recomendações para apropriações das tecnologias digitais: parte 2</title>
		<link>http://educacao.culturadigital.br/2009/11/02/recomendacoes-para-apropriacoes-das-tecnologias-digitais-parte-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 04:13:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Agustini</dc:creator>
				<category><![CDATA[recomendações]]></category>
		<category><![CDATA[ferramenta]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>

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		<description><![CDATA[No que diz respeito aos softwares e ferramentas, as recomendações para os programas de apropriação das tecnologias digitais são: A escolha dos softwares e ferramentas a serem trabalhados em determinado espaço de formação depende das necessidades de quem busca a formação. Em formações introdutórias não se deve treinar para o uso de softwares ou ferramentas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-45" src="http://educacao.culturadigital.br/files/2009/11/gnulinux1-150x150.jpg" alt="gnulinux" width="150" height="150" />No que diz respeito aos softwares e ferramentas, as recomendações para os programas de apropriação das tecnologias digitais são:</p>
<ul>
<li> A <strong>escolha dos softwares</strong> e ferramentas a serem trabalhados em determinado espaço de formação depende das necessidades de quem busca a formação.</li>
</ul>
<ul>
<li>Em formações introdutórias não se deve treinar para o uso de softwares ou ferramentas específicas, mas habilitar o participante a operar na <strong>lógica do digital </strong>(a maioria dos softwares, por exemplo, organiza conteúdos em arquivos que podem ser salvos, editados, formatados etc).</li>
</ul>
<ul>
<li>As formações específicas, estruturadas por projetos, devem utilizar<strong> softwares livres</strong>. Treinar para o uso de software de empresas não é objetivo público.</li>
</ul>
<ul>
<li>O software livre não deve ser imposto como única alternativa, mas apresentado, com sua lógica colaborativa, suas vantagens e desvantagens, como <strong>opção política</strong> na formação oferecida pelo Estado.</li>
</ul>
<ul>
<li>Deve-se investir constantemente no <strong>desenvolvimento </strong>e na melhoria dos softwares livres utilizados nos espaços de formação.</li>
</ul>
<p><em>&#8220;O material didático no enfoque da aprendizagem será produzido pelo próprio aprendiz, em sua comunidade de aprendizes. Lembremos que os projetos geram pesquisa e as competências que evidenciam a fluência digital se expressam no desenvolvimento de habilidades de formular perguntas, questionar, enunciar problemas, decompô-los em subproblemas e buscar as informações, gerar as informações que sirvam para solucionar esses problemas, responder às questões propostas, serem cuidadosamente testadas segundo critérios propostos de economia, adequação, viabilidade etc&#8230;gerando novas e seguras argumentações&#8230;.&#8221;</em> Léa da Cruz Fagundes, em entrevista por e-mail.</p>
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		<title>Recomendações para a apropriação de tecnologias digitais: parte 1</title>
		<link>http://educacao.culturadigital.br/2009/11/02/recomendacoes-para-a-apropriacao-de-tecnologias-digitais-parte-1/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 03:59:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Agustini</dc:creator>
				<category><![CDATA[recomendações]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
		<category><![CDATA[informal]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[oficina]]></category>

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		<description><![CDATA[Para uma efetiva apropriação de tecnologias digitais é necessário investir em ações de formação. Na tentativa de replicar acertos e evitar erros cometidos em programas implementados anteriormente, listamos as recomendações para as ações de apropriação de tecnologias digitais, divididas em quatro categorias: 1) espaços, 2) softwares e ferramentas, 3)mediadores, e 4) materiais de referência. Abaixo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-47" src="http://educacao.culturadigital.br/files/2009/11/image_mini-150x150.png" alt="image_mini" width="150" height="150" />Para uma efetiva apropriação de tecnologias digitais é necessário investir em ações de formação. Na tentativa de replicar acertos e evitar erros cometidos em programas implementados anteriormente, listamos as recomendações para as ações de apropriação de tecnologias digitais, divididas em quatro categorias: 1) espaços, 2) softwares e ferramentas, 3)mediadores, e 4)  materiais de referência.</p>
<p>Abaixo, listamos as recomendações em relação aos espaços  das ações de inclusão digital:</p>
<ul>
<li>A formação no digital é mais bem sucedida quando acontece em espaços informais, nos quais as pessoas se sentem à vontade para conversar, como oficinas, encontros, espaços abertos.</li>
</ul>
<ul>
<li>As pessoas precisam estar à vontade para conversar.</li>
</ul>
<ul>
<li> A formação só deve acontecer se for demanda dos atores que a recebem. Provavelmente, não será efetiva se for moeda de troca para acesso livre a telecentros ou para receber qualquer outro benefício de quem a oferece.</li>
</ul>
<ul>
<li> Mediadores são essenciais nos processos de formação do digital</li>
</ul>
<ul>
<li> Em espaços que possibilitam e fomentam o diálogo entre as pessoas, todos têm a possibilidade de ser aprendizes e formadores. O conhecimento é compartilhado pelas pessoas que aprendem em parceria.</li>
</ul>
<ul>
<li>A natureza informal dos espaços precisa estar clara para os que dela participarem, sob o risco de frustrar as expectativas dos que se sentirem convidados a aulas/ cursos tradicionais.</li>
</ul>
<ul>
<li>Informalidade não é sinônimo de despreparo. Planejamento é essencial para o sucesso de uma oficina e a falta dele é certeza de fracasso.</li>
</ul>
<ul>
<li>Há diversas metodologias possíveis para realizar ações de formação. É essencial dedicar tempo para definir uma metodologia, escolher referenciais teóricos que embasem as práticas pedagógicas e sistematizar o método a ser seguido pelos mediadores.</li>
</ul>
<ul>
<li>Formações introdutórias, de sensibilização, de contato inicial com equipamentos, ferramentas e possibilidades da rede, são essenciais.</li>
</ul>
<ul>
<li>Formações aprofundadas são importantes para que usuários avançados potencializem suas ações.</li>
</ul>
<ul>
<li>Espaços de formação que trabalhem linguagens, como áudio e vídeo, por exemplo, têm mais resultados quando geram produtos. Em vez de lidar com equipamentos e softwares de maneira abstrata, o aprendizado é mais efetivo quando as ferramentas são utilizadas para cumprir o objetivo de gerar um produto, por menor que seja.</li>
</ul>
<ul>
<li>Por mais que cada espaço de formação precise gerar um produto, é necessário ter claro o objetivo formador. Os participantes do espaço devem operar as ferramentas e conduzir os processos, não o mediador.</li>
</ul>
<ul>
<li>É importante registrar os espaços de formação em diversas linguagens. Os registros serão importantes para avaliações, para motivar os que participaram dos encontros e para divulgação.</li>
</ul>
<ul>
<li>É necessário providenciar todos os equipamentos e ferramentas necessários à formação, com as especificidades necessárias às diferentes linguagens – banda larga, velocidade de máquina, monitor com qualidade de cor pra trabalhar com foto ou vídeo, webcam, dentre outros equipamentos.</li>
</ul>
<ul>
<li>Os espaços físicos para a formação precisam ser adequados. Além de conexão em banda larga, de equipamentos e ferramentas não se pode esquecer de que o lugar precisa de iluminação adequada, água potável, limpeza, sanitários etc.</li>
</ul>
<ul>
<li>É essencial que o espaço presencial se estenda a ambientes virtuais de aprendizagem, para dar suporte, tirar dúvidas, permitir atualização e interação.</li>
</ul>
<ul>
<li>Os ambientes virtuais precisam ser atraentes, intuitivos e dialogar com ferramentas já apropriadas pelas pessoas.</li>
</ul>
<ul>
<li>Avaliações são essenciais, seja ao final de cada espaço de formação ou, de forma mais ampla, nos programas de formação. Avaliações permitem corrigir problemas e incorporar boas soluções de maneira dinâmica.</li>
</ul>
<p><em>Imagem: Cristiano André dos Santos na oficina de MetaReciclagem do programa Gesac em Tiradentes, MG. Disponível em: </em><a href="http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/noticia/metareciclagem-promove-interacao-homem-maquina-em-tiradentes/">http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/noticia/metareciclagem-promove-interacao-homem-maquina-em-tiradentes/</a></p>
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